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InícioA Técnica e a Prática (Page 3)

Os primeiros comerciais de TV usados numa campanha eleitoral apareceram na eleição para o governo do estado de New York, em 1950. Tinham a forma de testemunhais tomados nas ruas, em favor do candidato Tom Dewey. Dois anos mais tarde,

O comercial para a TV é uma peça visual. Nunca é demais recordar que tudo que se faz precisa possuir qualidade visual. Os demais elementos: letterings, trilha sonora, fala; devem ser encarados como complementos de uma peça visual. O visual

O comercial antipolítica parece um contrassenso, mas não é. Muitos candidatos fazem da sua campanha uma condenação “à política e aos políticos”. Cortejam um sentimento de avaliação negativa da política e dos políticos, muito vivo no eleitorado. O eleitor médio

Às vezes um gesto impulsivo pode prejudicar seriamente a campanha, porque aparece como a exteriorização de uma atitude que é censurada pelo eleitor, e que não era conhecida até a ocorrência do gesto. É óbvio que não é qualquer gesto

Em 27 de novembro de 1978 Dianne Feinstein entrou na sede da Prefeitura de São Francisco para anunciar que estava deixando a política. Duas horas mais tarde ela viu o supervisor Dan White passar correndo pelo seu escritório, a seguir

A publicidade que explora a temática da criminalidade e da violência é uma das mais constantes nas campanhas eleitorais. Por sua natureza a criminalidade, é especialmente adequada para ser publicitariamente tratada na campanha, em razão do forte apelo emocional que

“O que está em volta da cabeça é tão importante quanto a própria cabeça”         Os analistas políticos americanos se surpreenderam com o elevado grau de profissionalismo, criatividade e qualidade, da equipe responsável pela produção da imagem do Presidente Bush

Uma das diretrizes que orienta a produção de peças publicitárias na TV é a capacidade de se destacar em meio à quantidade e diversidade da programação televisiva. Cada comercial compete com outras peças políticas e com muitas outras de natureza

Cacoetes são tiques, manias, hábitos que, como gestos, fonemas ou palavras, se interpõem e se intrometem no falar, de forma repetitiva e sem qualquer relação lógica com o assunto tratado. Provêm de uma resposta não consciente a diferentes estímulos psicológicos.

O mero fato de ser candidato não assegura a ninguém espaços na cobertura eleitoral da mídia. Pelo menos não sobre aquelas matérias que ele gostaria que fossem publicadas. Os repórteres e jornalistas de maneira geral têm assuntos de sobra e