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InícioA Técnica e a Prática (Page 4)

O comercial antipolítica parece um contrassenso, mas não é. Muitos candidatos fazem da sua campanha uma condenação "à política e aos políticos". Cortejam um sentimento de avaliação negativa da política e dos políticos, muito vivo no eleitorado. O eleitor médio tende

Às vezes um gesto impulsivo pode prejudicar seriamente a campanha, porque aparece como a exteriorização de uma atitude que é censurada pelo eleitor, e que não era conhecida até a ocorrência do gesto. É óbvio que não é qualquer gesto impulsivo

Em 27 de novembro de 1978 Dianne Feinstein entrou na sede da Prefeitura de São Francisco para anunciar que estava deixando a política. Duas horas mais tarde ela viu o supervisor Dan White passar correndo pelo seu escritório, a seguir escutou

A publicidade que explora a temática da criminalidade e da violência é uma das mais constantes nas campanhas eleitorais. Por sua natureza a criminalidade, é especialmente adequada para ser publicitariamente tratada na campanha, em razão do forte apelo emocional que

“O que está em volta da cabeça é tão importante quanto a própria cabeça”         Os analistas políticos americanos se surpreenderam com o elevado grau de profissionalismo, criatividade e qualidade, da equipe responsável pela produção da imagem do Presidente Bush

Uma das diretrizes que orienta a produção de peças publicitárias na TV é a capacidade de se destacar em meio à quantidade e diversidade da programação televisiva. Cada comercial compete com outras peças políticas e com muitas outras de natureza

Cacoetes são tiques, manias, hábitos que, como gestos, fonemas ou palavras, se interpõem e se intrometem no falar, de forma repetitiva e sem qualquer relação lógica com o assunto tratado. Provêm de uma resposta não consciente a diferentes estímulos psicológicos. Dentre

O mero fato de ser candidato não assegura a ninguém espaços na cobertura eleitoral da mídia. Pelo menos não sobre aquelas matérias que ele gostaria que fossem publicadas. Os repórteres e jornalistas de maneira geral têm assuntos de sobra e prazos

Willie Horton talvez seja o mais famoso comercial de ataque já produzido nos EUA e o modelo dos "comerciais malditos", aqueles que se situam nos limites extremos da fragilizada ética eleitoral. "Se eu conseguir fazer com que o nome Willie Horton se

O comercial de Barbara Bush As campanhas eleitorais no Brasil, contrariamente às dos EUA, não têm o hábito e relutam muito em envolver a família do candidato na sua publicidade. Talvez ainda predomine, entre nós, a concepção tradicional e latina da