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InícioDicas, Erros e Conselhos (Page 4)

A política lida com um valor que é muito cobiçado: o poder. No interior do mundo político encontram-se os poderosos, pontos focais das atenções, dos agrados, da bajulação, da busca de acesso e proximidade, tanto pela capacidade de usar seu poder

O erro é implacável. Não perdoa ninguém: o sábio, o experiente, o ambicioso, o santo e o pecador. O detentor do mandato assim como seu assessor. Há erros que permanecem dentro da esfera privada do indivíduo, e há aqueles que

Grande parte do discurso político se expressa sob a forma de crítica. A oposição, em especial se ocupa preferencialmente de opor sua crítica e até denúncia ao desempenho do governo estabelecido. Essa polaridade – governo/oposição – também está em primeiro

Lidar com seus superiores é sempre uma matéria delicada e complexa. A advertência vale tanto para o assessor, quanto para o político que está ocupando uma posição subalterna a outros líderes, no partido, na Casa Legislativa, ou no governo. Não se

Mentir é, certamente, um dos mais graves erros que se pode cometer na vida publica. É mesmo difícil imaginar-se um outro erro que tenha maiores consequências sobre a carreira política. Mais que um erro, mentir é uma falha ética grave. Mas,

Assim como sempre que possível, é você quem deve escolher seus inimigos, também é você quem deve escolher as brigas em que vai entrar. Quem escolhe a briga, escolhe o inimigo, o momento, o terreno, as armas, e ocupa a

Na vida como na política, começar bem é fácil, difícil é terminar bem. Neste aspecto, o senso de “timing” é uma das maiores provas de sabedoria política. É você quem deve decidir quando e como terminar, com todos os riscos

A advertência, na verdade, deveria ser mais ampla. Não se apresenta trabalhos pela metade a ninguém, muito menos ao seu chefe. A situação ocorre pelo conflito que se estabelece entre: A ansiedade de ser o primeiro a apresentar os resultados

Em toda a história política mundial, poucas advertências foram repetidas de tantas formas diferentes – embora sempre com o mesmo teor – como aquelas que aconselham o governante a ter cuidado com suas palavras. Armand Jean Du Pleiss, o Cardeal

Devemos a Aristóteles, que escreveu sua obra no século III AC, a clássica definição das virtudes como o ponto intermediário de um continuum limitado por extremos, o principio da (mesotés), também conhecida como “justo meio”, ou, na linguagem mais comum, a afirmação usual