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InícioEstratégia e Planejamento (Page 4)

“A verdade é geralmente vista, raramente ouvida”  Baltasar Gracián (1601-1658) Esta é uma das leis do poder mais dificilmente aceita pelos políticos e muito raramente praticada. O político é treinado para manejar raciocínios e argumentos e tende a atribuir a

Para saber o que o eleitor pensa, quer e sente, nunca subestime a inteligência dele, nem superestime a quantidade de informação que ele possui. Ao descrevermos o eleitor real, por oposição ao eleitor genérico e abstrato, (que só existe na

Além do poderoso arsenal de recursos e técnicas publicitárias, o marketing político possui a sua reserva especial de “truques”, lances e estratagemas para uso em situações especiais. Eles representam aquela área cinzenta, onde a ânsia de ganhar e aumentar o

Normalmente a eleição é disputada entre candidatos da situação e mais candidatos da oposição. Ambos representam a opção principal que a eleição proporciona ao eleitor: continuidade ou mudança. A eleição é sempre percebida pelos eleitores, sobretudo os mais pobres, como uma

Há coisas que o político não pode dizer, embora o eleitor possa pensar e falar nelas sem qualquer problema. São as famosas frases e declarações infelizes. Paulo Maluf é o exemplo antológico na política brasileira neste aspecto. Ele vem sendo

Sim, ela é a fotografia de um momento, o instantâneo que fixa o sentimento e a opinião dos eleitores na data em que ela foi feita. Ao mesmo tempo ela é muito mais que o registro fotográfico de um momento.

As eleições para os cargos legislativos no Brasil ocorrem em condições mais incertas do que a disputa para os cargos nos executivos. Uma eleição para os executivos ocorre por meio da fórmula majoritária em dois turnos. Os prefeitos, governadores e

A oratória da sedução fala para o coração, como a oratória da argumentação fala para o cérebro. A primeira busca seduzir e conquistar, a segunda busca a aprovação. Veja-se, como exemplo antológico da oratória da sedução, o comentário do clássico

A qualidade de uma campanha depende diretamente da qualidade da informação com a qual a equipe trabalha. Informação de má qualidade (imprecisa, incompleta e incorreta) empurra a campanha para o perigoso território dos palpites, da intuição e do ativismo voluntarista.

Nem mesmo os políticos importantes e poderosos. Mesmo os políticos mais importantes, experientes e poderosos, cometem erros que, apesar de pequenos, possuem consequências desastrosas. Sua experiência, autodisciplina e conhecimento são derrotados, nestes casos, por sentimentos tão comuns como a vaidade,