Login

Register

Login

Register

Widget Image
InícioPosts Tagged "Campanha Eleitoral"

A campanha negativa (propaganda política com intuito de desqualificar pessoal, profissional ou politicamente o adversário) tem-se revelado uma arma de campanha muito poderosa, mas cujo uso envolve riscos elevados. O mau uso desta arma volta-se sempre contra quem a utilizou.

A pesquisa política vem ocupando uma posição de destaque cada vez maior nas campanhas eleitorais. Candidatos, empresas, associações e sobretudo veículos de comunicação social, contratam pesquisas de institutos especializados e as divulgam. A opinião pública é então bombardeada com novas

Seu adversário, como você, está preocupado em comunicar-se com seus eleitores potenciais, para levar a eles a sua mensagem, da melhor forma possível e pelo maior tempo que puder. No combate político, então, você sempre sai ganhando alguma coisa se

Há muita controvérsia sobre o verdadeiro poder e impacto das pesquisas de fim de campanha (últimos 10 dias). Existe um sentimento intuitivo de que elas são importantes, a julgar pelo uso que os candidatos fazem delas, neste período. Quem está

Essa é uma das muitas ilusões que formam a atmosfera da política. Como toda ilusão, gera falsas expectativas, conduz a conclusões precipitadas e induz ao erro, sob variadas formas. Geralmente, o inimigo de seu inimigo, que busca aproximar-se de você,

Esta é a situação em que você não é o autor da “campanha negativa” e sim a sua vítima. Como regra geral, o candidato deve reagir a um fato desfavorável da seguinte forma: Ignorando-o Minimizando-o Dando uma explicação documentada que liquide

Antes de responder à pergunta: quando atacar? O candidato deve responder uma outra pergunta: Devo atacar? A regra básica é simples: Se você não precisa recorrer à campanha negativa para disputar a eleição com boas chances de vencê-la não ataque

É humano. Todos fazem declarações infelizes em algum momento. A maioria delas não chama muita atenção, é logo esquecida, e não causa maior prejuízo. Algumas, entretanto são letais. Acompanham o candidato como uma sombra pelo resto de sua carreira política.

Se não se deve subestimar a inteligência do eleitor, não se deve também cometer o erro oposto, isto é, nunca superestime a quantidade de conhecimento e informação que ele possui. Este território por mapear (a cabeça do eleitor) possui muito pouca informação,

Não sendo possível contatar todos os membros do segmento, o candidato deve encontrar-se pessoalmente com indivíduos daquele segmento e suas lideranças (quando houver). A razão para esta seletividade é que: o segmento pode sentir-se representado pelos membros que se encontraram