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InícioPosts Tagged "Comerciais de TV"

Um candidato, para se eleger, precisa superar quatro desafios: Ser conhecido Ser identificado Ser comparado Ser votado Ninguém vota num candidato que não conhece e precisa ser capaz de identificá-lo com sua mensagem, imagem, e publicidade, para poder compará-lo com

Durante a campanha de 1992, a campanha do candidato Bill Clinton produziu vários comerciais biográficos. Eram as principais armas que dispunha para apresentar, difundir e defender a sua imagem. Clinton era Governador do estado de Arkansas e desafiava o presidente

A campanha negativa (propaganda política com intuito de desqualificar pessoal, profissional ou politicamente o adversário) tem-se revelado uma arma de campanha muito poderosa, mas cujo uso envolve riscos elevados. O mau uso desta arma volta-se sempre contra quem a utilizou.

A hegemonia da televisão, como principal meio de comunicação entre candidatos e eleitores, trouxe profundas mudanças na forma de fazer política. Estas mudanças ocorreram em todos os países onde a política, e particularmente as campanhas eleitorais, passaram a usar a

Comercial Daisy (Margarida), o clássico dos clássicos dos comerciais políticos: 60 segundos para derrubar uma candidatura Johnson “carimba” em Goldwater a imagem que mais lhe convinha. Nada é mais perigoso para uma candidato do que ter a sua imagem e

Em primeiro lugar foi a primeira vez que um candidato gay, no caso uma candidata lésbica abertamente, concorreu para o Congresso e, em segundo lugar, porque a disputa entre duas mulheres (sua adversária era Jo Musser) constitui-se numa das campanhas

Os primeiros comerciais de TV usados numa campanha eleitoral apareceram na eleição para o governo do estado de New York, em 1950. Tinham a forma de testemunhais tomados nas ruas, em favor do candidato Tom Dewey. Dois anos mais tarde,

O comercial para a TV é uma peça visual. Nunca é demais recordar que tudo que se faz precisa possuir qualidade visual. Os demais elementos: letterings, trilha sonora, fala; devem ser encarados como complementos de uma peça visual. O visual

O comercial antipolítica parece um contrassenso, mas não é. Muitos candidatos fazem da sua campanha uma condenação “à política e aos políticos”. Cortejam um sentimento de avaliação negativa da política e dos políticos, muito vivo no eleitorado. O eleitor médio

Às vezes um gesto impulsivo pode prejudicar seriamente a campanha, porque aparece como a exteriorização de uma atitude que é censurada pelo eleitor, e que não era conhecida até a ocorrência do gesto. É óbvio que não é qualquer gesto